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	<title>Eletronika - Festival de Novas Tendências Musicais &#187; eletronika</title>
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	<description>Portal do festival Eletronika.</description>
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		<title>Blog Eletronika: Cobertura da primeira noite</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeira noite é marcada por boa apresentação do Black Drawing Chalks e reencontro do Virna Lisi
Por Rodrigo Costa
Embora o local não estivesse totalmente tomado, o público que compareceu ao Espaço 104 pôde ver, logo na abertura das apresentações, o show daqueles que estão sendo considerados por boa parte da crítica especializada como &#8220;o melhor rock [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.festivaleletronika.com.br/wp-content/uploads/2009/11/virna1.jpg" alt="Virna Lisi (Foto: Paulo Valle)" title="Virna Lisi (Foto: Paulo Valle)" width="400" class="alignright size-full wp-image-697" /><strong>Primeira noite é marcada por boa apresentação do Black Drawing Chalks e reencontro do Virna Lisi</strong></p>
<p><strong>Por Rodrigo Costa</strong></p>
<p>Embora o local não estivesse totalmente tomado, o público que compareceu ao Espaço 104 pôde ver, logo na abertura das apresentações, o show daqueles que estão sendo considerados por boa parte da crítica especializada como &#8220;o melhor rock feito atualmente no Brasil&#8221;. Com repertório em inglês, os goianos do Black Drawing Chalks  desembarcaram novamente em Belo Horizonte &#8211; anteriormente já haviam se apresentado na boate A Obra &#8211; com um show que mesclou o repertório de seus dois CDs, &#8220;Big Deal&#8221; (2006) e &#8220;Life is a Big Holiday For Us&#8221; (2009).</p>
<p>Com presença de palco digna dos grandes ídolos do rock, o grupo empolgou o público presente com suas fortes melodias e som que, no meio de bandas que atualmente colocam o rock misturado com diversos outros ritmos um tanto quanto amenos, pode até ser taxado como pesado. Mas, neste caso, tal constatação é apenas um elogio.</p>
<p>Em seguida, com a plateia mais cheia, subiram ao palco os mineiros do Virnalisi. Logo nos primeiros acordes, era possível perceber que, apesar do tempo separados, a banda não perdeu o prazer e a unidade ao tocarem juntos. Com uma mescla dos três discos que lançaram durante a carreira (que durou de 1990 até 1998), a banda conseguiu agradar aos fãs que os acompanhavam nos anos 90, ao mesmo tempo que empolgou o público mais jovem, que provavelmente os conhecia apenas por ouvir falar.</p>
<p>&#8220;Foi uma delícia a apresentação. Tocar com aqueles caras é igual andar de bicicleta, passa um bom tempo mas a gente não esquece&#8221;, comenta César Maurício, vocalista da banda.</p>
<p>E quem torcia que o o reencontro rendesse frutos, pode comemorar. César conta que, após a apresentação de ontem, é possível afirmar que a banda, após 12 anos, volta a existir. &#8220;Já estavamos conversando sobre isso mas queríamos a resposta do público. E o show de ontem foi tão incrível que só nos deu mais vontade de retomar o trabalho. Nestes últimos dois meses do ano vamos aproveitar para retomar todo o repertório e, no próximo ano, cair na estrada. Queremos muito participar dos festivais que tão rolando pelo Brasil e que, na época que estávamos na ativa, não existiam. E também para 2010 queremos revisitar o nosso trabalho, provavelmente em um CD e DVD&#8221;, comenta ele que, terá a companhia dos velhos companheiros acrescidos de Henrique Matheus, guitarrista que agora ocupa o lugar de Marden Veloso, que não trabalho mais com música.<br />
César ainda afirma que o retorno do Virnalisi não impedirá que os integrantes continuem a tocar seus trabalhos paralelos. </p>
<p>Hoje. O Eletronika continua hoje com apresentações do Garotas Suecas, Dead Lover&#8217;s Twisted Heart, Stop Play Moon, Copacabana Club e Minitel Rose. Todos os shows serão a partir das 21h, no Espaço 104 (Praça da Estação, S/N, Centro). Ingressos custam R$ 30 (inteira). Após os shows, o festival continua no Deputamadre (av. do Contorno, 2.028, Floresta) com discotecagem do N.A.S.A e do Killer on the Dancefloor. Por lá, a entrada custa R$ 20.</p>
<p><strong>Confira aqui outros textos da cobertura do Eletronika no hotsite especial do jornal O Tempo</strong>: <a href="http://otempo.com.br/hotsites/eletronika2009">http://otempo.com.br/hotsites/eletronika2009</a></p>
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		<title>Hoje em Dia: Eletronika com verve e tradição</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Festival está de volta com seu show de tendências e cardápio eclético de atrações
Por José Antônio Orlando
Nos últimos dias de 1999, quando o assunto dominante eram as previsões apocalípticas sobre o “bug” do milênio, as imagens espetaculares dos mundos paralelos do filme “Matrix” e as novidades do mp3 e do telefone celular, Belo Horizonte sediava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.festivaleletronika.com.br/wp-content/uploads/2009/11/20080515-copacabanaclub_11-300x200.jpg" alt="Copacabana Club" title="Copacabana Club" width="300" height="200" class="alignright size-medium wp-image-679" /><em>Festival está de volta com seu show de tendências e cardápio eclético de atrações</em></p>
<p><strong>Por José Antônio Orlando</strong></p>
<p>Nos últimos dias de 1999, quando o assunto dominante eram as previsões apocalípticas sobre o “bug” do milênio, as imagens espetaculares dos mundos paralelos do filme “Matrix” e as novidades do mp3 e do telefone celular, Belo Horizonte sediava um festival pioneiro – então chamado de Novas Tendências Musicais. O primeiro programa do gênero na América Latina, depois rebatizado de Eletronika, marcou época levando à Serraria Souza Pinto shows dos norte-americanos do Tortoise com Tom Zé, além de Otto, Pato Fu e Edgard Scandurra, entre outros.</p>
<p>Para comemorar uma década de sucesso, a edição 2009 do festival, agora batizado Eletronika, começa nesta quinta-feira (5) e prossegue até sábado (7), apresentando tendências e atrações de três países, entre elas destaques da cena independente como Black Drawing Chalks e Dead Lover’s Twisted Heart, além do projeto N.A.S.A., que reúne o veterano Zé Gonzales e o norte-americano Sam Spiegel, estreantes como o Copacabana Club, de Curitiba (PR), e uma seleção de artistas franceses para lembrar o Ano da França no Brasil: os quatro Djs que formam o Birdy Nam Nam, mais Anoraak, Minitel Rose e Rubin Steiner, que retorna ao palco do festival.</p>
<p>Completam a movimentada agenda duas oficinas, debates reunindo nomes de peso como Andre Midani e mostra de filmes sobre a música brasileira. Um dos principais destaques do Eletronika 2009 está programado para hoje, na abertura do evento: o esperado retorno da banda Virna Lisi, dos mineiros César Maurício, Ronaldo Gino, Marlo de Paula, Marden Veloso e Luiz Lopes.</p>
<p>Longe dos palcos desde 1997, depois de uma trajetória de três discos lançados e vários clipes em destaque na MTV, o Virna Lisi vai apresentar inéditas e sucessos que marcaram época na história do rock em Minas Gerais, com sua mistura de sonoridades pós-punk com samba e congado. O show acontece a partir de 23 horas, no palco do Espaço 104, depois da abertura pelo Black Drawing Chalks, de Goiânia (GO). Rebatizado de Espaço 104, o galpão multifuncional que durante anos abrigou a loja 104 Tecidos, na Praça da Estação, concentra a maioria da programação de shows, sessões de cinema, debates e oficinas do Eletronika 2009.</p>
<p>Criador do festival em 1999 (em parceria com Jefferson Santos e Marcos Boffa, então sócios no extinto selo Motor Music) e organizador do Eletronika 2009, Aluizer Malab destaca que, além do Espaço 104, o festival tem ainda festas em três endereços: Deputamadre, A Obra e Velvet.</p>
<p>Mineiro de BH, economista e gestor cultural, Malab traz na bagagem uma variedade de experiências de música e cultura: produtor da banda Pato Fu há 17 anos, empresário do Virna Lisi e responsável pela produção do “revival” dos Mutantes (que rendeu o DVD e a recente turnê internacional com Zélia Duncan acompanhando os irmãos Arnaldo Baptista e Sérgio Dias), ex-coordenador do Festival de Inverno de Ouro Preto e ex-diretor de produção do grupo Giramundo de teatro de bonecos. “A programação abrangente deste ano tem tudo para se tornar uma das melhores edições do Eletronika”, aposta Malab.</p>
<p>“Em dez anos, o festival teve o mérito de apresentar um bocado de artistas que estavam no anonimato e acabaram sendo descobertos por um público maior”, observa Malab, que destaca na edição 2009, além da agenda musical que reúne rock e jazz em misturas eletrônicas, as inovações de infra-estrutura. “Este ano temos debates com personalidades da maior importância, oficinas, o espaço de convivência Café Eletronika com presença de Dj’s e estandes dedicados à área profissional e ao negócio da música”, comemora.</p>
<p>A programação de debates terá pesos-pesados: quinta (5), às 18 horas, o convidado é André Midani, considerado um dos nomes mais importantes da indústria fonográfica brasileira dos anos 1960 a 1990.<br />
Para amanhã, também às 18 horas, no Espaço 104, os convidados são Rafael Ramos (Deckdisc), Benoni Hubmaier (YB Music) e Fabrício Nobre (Monstro Discos), com mediação de Douglas Vieira. No sábado, a partir de 15 horas, será a vez dos franceses Antoine Caudron e Laurent Laffargue, com mediação de Bruno Boulay.</p>
<p>De acordo com Aluizer Malab, o festival assumiu, com conforto, a responsabilidade de trazer novas referências a cada edição: “O flerte com o Japão em 2008 e agora com a França mostram que estamos antenados com o que acontece em diversas cenas do mundo. O Eletronika está voltando a ser, cada vez mais, um evento que apresenta nomes novos muito significativos em relação ao que se faz de mais contemporâneo no Brasil e no mundo”, avalia, destacando que músicos franceses e apoio institucional da França são uma constante no festival. “As parcerias com o Birou Exports, ligado à embaixada da França em São Paulo, e com o Consulado Francês em BH foram fundamentais para uma década de sucesso do Eletronika”, completa Aluizer Malab.</p>
<p>Para comemorar a longevidade e o grande sucesso de uma proposta corajosa, a edição 2009 do festival também trará em destaque sessões de cinema com quatro documentários que têm a música como tema central.</p>
<p>Serão exibidos no Espaço 104 “Loki”, de Paulo Henrique Fontenelle, sobre o músico Arnaldo Baptista, criador de Os Mutantes na década de 1960, ao lado de Rita Lee e do irmão Sérgio Dias; “Favela on Blast”, de Diplo e Leandro HBL, sobre o fenômeno do funk nas favelas cariocas; e “8 ou 80: BH Underground”, de Lucas Bambozzi e Rodrigo Minelli, que resgata a cena pós-punk e underground na Belo Horizonte dos anos 1980, quando nasciam as bandas de rock, a música eletrônica e as performances audiovisuais ao vivo.</p>
<p>Completa a programação “Beyond Ipanema: Ondas Brasileiras na Música Global”, de Guto Barra e Béco Dranoff, brasileiros radicados nos Estados Unidos, que aborda os meandros e mitologias sobre os músicos e a música brasileira fora do Brasil, do sucesso de Carmen Miranda, na década de 1940, passando pela Bossa Nova, pela Tropicália e por novidades como a recente turnê internacional da banda paulista Garotas Suecas – que toca amanhã no Eletronika. O festival, patrocinado pela Usiminas e pela Vivo, tem apoio da CEMIG e do Festival de Arte Digital (FAD-MG).</p>
<p>O Festival Eletronika 2009 acontece de hoje até sábado, no Espaço 104 (Praça da Estação), Deputamadre (Avenida do Contorno, 2028), A Obra (Rua Rio Grande do Norte, 1168) e Velvet Club (Rua Sergipe, 1493). A programação diurna tem entrada franca; a noturna, com ingressos de R$ 15 a R$ 30.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/divers-o/musica/eletronika-com-verve-e-tradic-o-1.32990">Hoje em Dia</a></p>
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		<title>Entrevista: Virna Lisi está de volta</title>
		<link>http://www.festivaleletronika.com.br/artistas/entrevista-virna-lisi-esta-de-volta</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bray</dc:creator>
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Banda que marcou a cena musical em Minas Gerais nos anos 1990 prepara show para a abertura do Eletronika

Por Mariana Peixoto &#8211; EM Cultura
Foi a música que deu nome ao álbum de estreia, lançado em 1992, a primeira que o Virna Lisi tocou no ensaio que marcou o reencontro da banda, 12 anos depois. “O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src=http://www.new.divirta-se.uai.com.br/arquivos/uai_noticia/20091030105518783.jpg width=300 align=left><br />
<em>Banda que marcou a cena musical em Minas Gerais nos anos 1990 prepara show para a abertura do Eletronika<br />
</em><br />
Por Mariana Peixoto &#8211; EM Cultura</p>
<p>Foi a música que deu nome ao álbum de estreia, lançado em 1992, a primeira que o Virna Lisi tocou no ensaio que marcou o reencontro da banda, 12 anos depois. “O som é atual, a banda está viva”, afirma o baixista Marcelo de Paula. “Esperar o quê?”. Banda mineira cultuada nos anos 1990 e hoje referência para uma pá de outras, faz seu primeiro show em mais de uma década na quinta-feira, no Espaço 104, na abertura do festival Eletronika. À exceção do guitarrista Marden Veloso, substituído por Henrique Matheus (do grupo Transmissor), a formação permanece a mesma: César Maurício (vocal), Ronaldo Gino (guitarra), Marcelo de Paula (baixo) e Luiz Lopes (bateria).</p>
<p>“Há uns três anos vem rolando uma paquera. Convidei o Ronaldo para alguns shows, o Henrique faz parte da minha banda e cheguei a cantar com o Bluesatan (banda de Gino e Luiz Lopes)”, conta César Maurício. A história começou a tomar corpo depois do festival Garimpo, em setembro, quando César foi chamado para o palco do Bluesatan. Um texto de Terence Machado relatando esse encontro, publicado na coluna Esquema novo, do caderno Divirta-se, foi parar na mesa de Aluizer Malab, produtor do Eletronika. Não levou muito tempo para que ele convidasse o grupo para abrir o festival. Desde então, um mês de ensaios diários (ao menos três horas) tem tomado as noites dos cinco no estúdio Serrassônica, de Gino, na Serra.</p>
<p>“A hora é essa. O som veio de uma forma deliciosa e só não iríamos voltar se não quiséssemos mesmo”, comenta Ronaldo Gino. “Nos anos 1990, surgiram várias coisas em lugares diferentes. E acho que temos um lugar no rock daquela época. A gente flertava com várias possibilidades da música e paramos na hora que tínhamos que parar, tanto que nossa obra se fecha nos três discos”, acrescenta César Maurício. Se hoje misturar rock com samba virou uma fórmula, o Virna fez isso de forma original, provocativa. Marcelo de Paula completa falando dos momentos em que Gino brincava com a guitarra fazendo um som de tamborim e de reco-reco. “É algo visceral, verdadeiro.”</p>
<p>O Virna foi criado em 1989. Lançou seu primeiro álbum, Esperar o quê?, em 1992, antes que viessem as estreias de Skank e Pato Fu. O disco saiu pelo selo Tinutus, criado pelo produtor Pena Schmidt para lançar novos grupos. Em seus primórdios, o grupo era essencialmente uma banda de pós-punk. À medida que o tempo foi passando, foram acrescentados elementos da música brasileira, como samba e congado, por meio de instrumentos de percussão. A banda não demorou a se tornar conhecida no meio underground. Sempre foi boa de crítica também. Veio o segundo álbum, O que diriam os vizinhos? (1995), que trazia como um dos carros-chefes uma releitura de Eu quero essa mulher, de Monsueto. Na época ainda no Tinitus, a banda mudou de gravadora para o terceiro álbum, Se desce a lona vira circo, se cerca vira hospício (1996). A MCA acabou sendo vendida para a Polygram (que veio a se tornar Universal). O disco não vendeu o esperado, os conflitos começaram (Marden já havia deixado o grupo) e o Virna logo se desfez.</p>
<p>Radar Tantã</p>
<p>Ronaldo e César logo formaram, com outros músicos, o Radar Tantã, que durou cinco anos e lançou três discos (só o primeiro teve o guitarrista na banda). Ronaldo, além de ter formado outras bandas, criou com André Melo o Serrassônica, estúdio para gravação de comerciais e trilhas que neste ano acabou se tornando também um selo. César se tornou parceiro de Lô Borges, Márcio Borges, Samuel Rosa, entre outros, e gravou um álbum solo (ainda não lançado). Artista plástico, deixou a pintura de lado para desenvolver um trabalho de xilogravura. “É uma tentativa de fazer meus textos se encontrarem com as imagens”. Ainda atua, com a mulher, a antropóloga Clarisse Libânio, na ONG Favela é isso aí.</p>
<p>Marden voltou para Montes Claros, foi trabalhar com arquitetura e desligou-se da música. Marcelo viveu um tempo na Europa, formou o The Paula, que lançou dois álbuns e ainda permanece na ativa, e divide-se hoje entre BH e Montes Claros, onde desenvolve um trabalho social ligado à música. E Luiz tocou com meia Belo Horizonte (de cover de Legião Urbana até grupo de rap, passando ainda pelas banda Mandrake e Falcatrua). Ainda trabalha como tatuador. Henrique, fã desde sempre do Virna, entrou para o grupo por causa de César – além de tocar com ele, produziu o álbum do vocalista da banda.</p>
<p>Pais e filhos</p>
<p>Marcelo ri quando fala dos tempos atuais, em que os ensaios, não raro, contam com a presença dos filhos (são seis ao todo, sendo que o de Ronaldo, integra o Bluesatan). “Quando olho para os meninos, vejo que o futuro chegou”. O show da semana que vem terá somente as músicas registradas pelo Virna. O repertório terá entre 17 e 20 faixas. Não há, por ora, nenhuma música inédita. É cedo para falar de planos, mas eles vêm esboçando algumas ideias.</p>
<p>A intenção, pelo menos para esse momento inicial, é recuperar o material registrado pela banda nos anos 1990. As páginas do Virna no MySpace (www.myspace.com/virnalisioficial) e no Last FM (www.last.fm/music/Virna Lisi) trazem não somente as faixas, como também clipes do grupo. Há mais material inédita que deve ser disponibilizado na internet nos próximos meses. Existe a vontade de reeditar os três discos numa caixa, bem como a gravação de um registro ao vivo. Quando e como, ninguém sabe ao certo. Nesse momento o que importa é que a volta do Virna é pra valer.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/10/30/ficha_musica/id_sessao=19&#038;id_noticia=17244/ficha_musica.shtml">Divirta-se (UAI)</a></p>
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		<title>Mondo BHZ: Entrevista com Aluizer Malab</title>
		<link>http://www.festivaleletronika.com.br/noticias/mondo-bhz-entrevista-com-aluizer-malab</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 04:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eletronika 2009 é a celebração de 10 anos do festival
Por Salomão Terra
Mais que um festival de novas tendências, o Eletronika pode ser considerado uma celebração a iniciativas culturais de ótimo gosto.
No ano em que completa sua décima edição, apresenta ao público shows, debates, oficinas e mostras de cinema, mostrando seu vigor.
Conversamos com Aluizer Malab, organizador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mondobhz.com.br/150-eletronika-2009-e-a-celebraco-de-10-anos-do-festival.html"><strong>Eletronika 2009 é a celebração de 10 anos do festival</strong></a></p>
<p>Por Salomão Terra</p>
<p>Mais que um festival de novas tendências, o Eletronika pode ser considerado uma celebração a iniciativas culturais de ótimo gosto.</p>
<p>No ano em que completa sua décima edição, apresenta ao público shows, debates, oficinas e mostras de cinema, mostrando seu vigor.</p>
<p>Conversamos com Aluizer Malab, organizador do festival. Confira:</p>
<p><strong>É desnecessário reafirmar a colocação do Eletronika como um festival vanguardista, de novas tendências e tudo mais&#8230; no caso específico deste ano, o que o público pode esperar neste sentido?</strong></p>
<p><em>Esta edição resgata o conceito original, traz artistas não tão conhecidos do grande público, espaço de revitalização urbana, estrutura integrada. Ao mesmo tempo novidades como a mostra dos documentários e a àrea pro. Analisa muito o que pretendemos daqui pra frente, que é apostar cada vez mais nas novas tendências.</em></p>
<p><strong>No ano da França no Brasil, o evento trará os grupos Birdy Nam Nam, Anoraak, Minitel Rose e Rubin Steiner. O que dizer sobre estes artistas, e a cena francesa em si?</strong></p>
<p><em>Anoorak e Minitel representam a linha de frente de um movimento moderno na França de hoje. Rubin Steiner, foi um dos melhores shows de 2003, no eletronika. Mais que merecida essa volta. Birdy Nam Nam, tive a oportunidade de vê-los ao vivo no Les Transmusicales de 2008, foi uma das melhores de todo festival.</em></p>
<p><strong>Para além das apresentações musicais, o Eletronika conta com programação de cinema, debates, oficinas etc. Qual a importância destas atividades para a concretização do papel do Eletronika?</strong></p>
<p><em>O Eletronika é um festival, além de promover shows, sua proposta é discutir, fomentar, promover a cultura que gira em torno da arte e tecnologia. A programação diurna faz um contraponto com a noite, onde as pessoas vão mais descontraídas para os shows.</em></p>
<p><strong>Qual a expectativa para volta do Virna Lisi?</strong></p>
<p><em>Eles estão muito animados. Boa parte do público que vai estar no festival não os viu ao vivo. Acredito que vão surpreender.</em></p>
<p><strong>Alguns motivos para não deixar de ir ao Eletronika</strong>:</p>
<p>A celebração dos 10 anos;<br />
O Eletronika também participa do Ano da França no Brasil. Serão quatro bandas de lá;<br />
A volta da banda mineira Virna Lisi;<br />
Exibição de filmes inéditos, como Beyond Ipanema, de Guto Barra e Favela on Blast de Leandro HBL;<br />
Shows de N.A.S.A (Estados Unidos/Brasil) Copacabana Club e Black Drawing Chalks;<br />
Debates com André Midani, Rafael Ramos (Deckdisc), entre outros;<br />
Acontece no galpão 104, espaço centenário revitalizado no centro da capital.</p>
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